Namoro conflitos

Namoro 11 dicas para resolver conflitos no relacionamento. Resolver os conflitos é a melhor coisa que se pode fazer no relacionamento. Às vezes isso acontece, e claro que ninguém gosta ou torce para isto acontecer. Mas, quando aparece temos que ser fortes e sábios para o amor prevalecer e nada sair dos eixos. continue lendo ... Conflitos! Muitos casais passam por isso quando apresentam o parceiro para sua família. Conflitos entre namoro e família Por isso é fundamental ter a convicção desse relacionamento, antes de apresentar para as famílias, para evitar desgaste familiar desnecessário. Como fazer a família aceitar seu/sua namorado(a)? Alguns desses conflitos também podem estar ligados a experiências anteriores de relacionamentos amorosos, que acabaram por formar crenças disfuncionais sobre a maneira de nos relacionarmos. Nestes casos, ainda assim é preciso levar em consideração a influência da família de origem no nosso padrão de relacionamento atual. Nuca y Namoro han nacido de un proceso de casi siete años, de escribir, dibujar y amar sin cansancio. Son muchas las veces que han sido esbozados, borrados y vueltos a dibujar. No Love Treta de hoje, Lena e Rafa vão ajudar uma pessoa a encontrar seu amor virtual e como resolver conflitos familiares da melhor forma possível. No siempre encontramos las palabras más adecuadas para poner fin a nuestra relación de pareja. En Diario Femenino escribimos por ti algunas cartas de amor para romper una relación. Te facilitamos el mal trago con estos ejemplos de textos de ruptura cordiales. Puedes inspirarte para escribir el tuyo propio. ¡Ánimo! Conflitos nos relacionamentos são comuns acontecerem as vezes, porém saiba identificar a causa e elaborar melhor a forma de lidar e ter consciência de como vai agir, este artigo pode te ajudar bastante na sua relação, mostrando também o que não se deve fazer. Amino's network of communities lets you explore, discover, and obsess over the things you’re into. Each community has great content, the friendliest of people, and exciting events. Get involved: - DISCOVER and search communities for whatever you're passionate about - CHAT with likeminded people across the world - WATCH videos, read blogs, and share favorites - POST your own blogs, polls, and ... Entretanto, quando em conflitos crescentes com escalada da violência, ... Methods: The intervention, called Dating SOS (SOS Namoro), is based on the I-Change Model and attachment theory and is a ... Para resolver os conflitos no seu namoro e voltar a ter paz com seu/sua namorado(a), você deve entender que, na maioria das vezes, o orgulho e egoísmo são os grandes causadores dos conflitos, e que a melhor maneira de vencê-los é dando amor e atenção.

Senta que la vem história

2020.09.04 18:33 DanteStonecross Senta que la vem história

Eu to a algum tempo lendo e comentando coisas nesse /, e eu sempre quis dizer varias coisas aqui, porque de algum jeito eu me sinto confortável de ver essas coisas e todos vocês, mesmo discordando com algumas pessoas aqui e ali ta tudo bem, discordar é normal, faz a gente mais humano.
Mas eu queria muito contar uma história aqui hoje, é uma jornada importante pra mim, e eu espero que vocês gostem de me ver aprendendo uma coisa muito complicada. Nessa história, todos os nomes serão fictícios, e será um resumo muito resumido, então a grande maioria dos fatos não está aqui, mas o que isso tudo me ensinou, você vai poder ver com certeza.
Eu sempre fui um Romântico, e quando eu digo Romântico, eu falo da escola literária, eu não uso aquele português difícil, mas eu enxergo o mundo de uma maneira similar, eu vivo os momentos com as pessoas com intensidade, com muito sentimento, e os momentos seguintes a esses vem a melancolia.
A primeira vez que eu me apaixonei quando tinha 11 anos, o mundo se tornou diferente pra mim, era como se de repente todo o resto fosse preto e branco, e apenas aquela garota fosse colorida(eu tenho essa história contada em um texto, que é o ponto inicial da minha depressão, escrito exatamente como aquela criança enxergava o mundo, se ao final alguém se interessar eu mando sem problemas).
E, perto se fazer 14, em 2013, eu conheci uma garota muito mais do que bonita, ela era simplesmente divina aos meus olhos, ela era tão incrível, ela tinha absolutamente tudo que eu gostava. Eu conheci a Ágata dando aulas de matemática(o que mais um nerd faz?) e algo me chamou muita atenção: mesmo com 13 anos eu já tinha dado muitas aulas pra muitas pessoas e todo mundo tem um limite, todo mundo desiste(pede uma pausa) depois de X questões, mas ela não, mesmo sem entender muitas coisas ela persistia até o fim tentando entender tudo, até o horario dela ir embora ela continuou la, com o caderno e a caneta fazendo de tudo pra conseguir entender.
Bons meses depois Ágata se tornou minha melhor amiga(embora no início ela respondia minhas mensagens a cada 3 semanas, sem exagero!), e mais um tempo depois e muitos conflitos com a família dela, a gente começo a namorar.
Eu ainda não posso explicar o que era a sensação de namorar com ela, ela era literalmente o que todo garoto sempre sonhou: baixinha, cabelo cacheado, um rosto muito agradável, um sorriso lindíssimo, peitos e bunda enormes(ENORMES), cantava feito um anjo, era popular, divertida, extrovertida, dedicada, esforçada... É uma lista de qualidades que, na época, transbordava.
De 2014 até 2019, nós tivemos 3 anos de relacionamento e 5 anos de amizade, e eu aprendi muito mesmo em todos esses anos. O motivo do término do relacionamento(numa versão em resumo do resumo do resumo) foi, principalmente, possessão. Eu tenho um pai que é extremamente possessivo e eu levei 14 anos pra sair das garras deles(ou seja, ainda era recente quando eu conheci ela), e 1 ano depois do namoro ela começou a querer cada vez mais a minha atenção, onde eu não sentia mais liberdade pra fazer coisas que eu queria, porque eu tinha que ficar 3 horas falando no telefone com ela(e eu nem gosto de falar no telefone).
Não me entendam mal, eu não estou dizendo que fui perfeito, que não tive defeitos ou que só eu que estava passando por problemas, acabou porque precisava acabar. Inclusive se você, Ágata, por algum motivo descobriu o reddit e se reconhecer nesse post, saiba que mesmo não mais falando com você e não conseguindo mais olhar na sua cara(história pra outro dia), você pra sempre terá minha gratidão e meu respeito, nós vivemos muitas coisas juntos e, se hoje eu sou um homem, foi você que o moldou, muito obrigado.
Quando isso terminou, eu comecei a conversar mais com uma outra garota que eu conhecia, estudava na mesma escola que a gente, e conforme eu a conheci, ela começou a conquistar cada vez mais espaço no meu coração.
Carol era uma mulher interessante de várias maneiras, ela era extremamente extrovertida, cantava muito bem, tinha muitas histórias pra contar, era uma das pessoas que mais tinham ficado com gente na escola, e principalmente, ela tinha acabado de ganhar uma filinha. O jeito que a Carol olhava pra filha dela me fazia querer estar por perto, não porque ela parecia uma mãe incrível, mas porque havia uma dualidade dentro dela: aquela criança foi concebida de um estupro, onde foi muito difícil aceitar conceber a criança, quando ela nasceu era completamente visível que ela não sabia o que fazer, ela amava mais do que tudo aquela criança, ao mesmo tempo que ela via o homem que fez isso quando olhava pra ela(graças a deus, isso mudou bem rápido).
O tempo passou e eu e Carol começamos a nos dar muito bem, e em meados de 2019 a gente se beijou pela primeira vez, essa foi oficialmente a segunda pessoa que eu beijei na vida e cara, que coisa mais estranha, eu não sabia nem como descrever o que tinha sido aquilo de tão estranho... Até que ela me beijou uma segunda vez, e ai oficialmente, aquele era o melhor beijo do mundo.
Eu e Carol ficamos mais algumas vezes, e a gente se dava muito bem em tudo, até na cama era muuuuito diferente do que era com a minha ex, e a gente fazia tantas coisas juntos, viamos animes, conversavamos sobre varias pessoas, saíamos pra comprar roupas...
Cada dia que passava o meu sentimento só aumentava, e quanto mais ele aumentava, mais coisas que eu achava incríveis aconteciam, como a gente ver as coisas abraçadinhos, ficar de mãos dadas, varias dessas coisas de casal.
O meu erro? Carol desde o inicio falou "Não se apaixona por mim, eu não me apaixono por ninguém". Eu segui essas instruções o quanto foi possível, mas cara, talvez fosse loucura minha, mas parecia muito que ela também estava apaixonada, não com palavras porque toda vez que eu mencionava ela mudava a expressão e o jeito por um tempinho, mas as atitudes dela, os nossos momentos...
Depois de um tempo, no inicio desse ano, eu tentei cortar a Carol da minha vida torcendo pra que resolvesse meu problema, e deu certo por 1 mês até que ela me mandou mensagem perguntando quanto tempo isso levaria. Eu dei o meu melhor e coloquei todos os meus sentimentos em um texto, cada palavra continha tudo que eu sentia por ela, e ela também fez um texto de volta pra mim, e eu pude sentir o que ela sentia também, ela queria ser só minha amiga, e nada mais.
Nós ficamos mais 3 ou 4 meses sem nos falar até que, por intermédio de uma amiga em comum, a gente voltou a se falar e, desde então eu vi Carol mais umas 3 ou 4 vezes, mas é tudo muito estranho, a gente troca mensagens uma vez por semana e olhe la, eu nem acredito que um dia a nossa amizade volte, quanto mais a gente ficar ou coisas do tipo.
Mesmo com tudo isso, ela sempre viveu no meu coração.
Porem aqui vem a lição, meus amigos.
Há semanas atrás, eu consegui contato com uma garota que a gente não se via a muitos, muitos anos. Sabe aquela história de primeiro amor a gente nunca esquece? Esse foi meu segundo, e o que eu verdadeiramente nunca esqueci, eu sempre vou me lembrar do meu primeiro dia de aula numa escola completamente nova, e no fim do dia eu ainda todo perdido uma garota me puxa, me olha nos olhos e a primeira coisa que ela diz pra mim é: "Você namoraria comigo?". A resposta pra essa pergunta era não, obviamente, foi muito aleatório, mas eu estava tão nervoso que saiu "sim", ela deu um sorrisinho e voltou ao que tava fazendo. Desde aquele dia, Livia se aproximou cada vez mais de mim, e ela tentou me conquistar todos os dias, e acreditem em 2012/13 eu não era naada fácil.
E quando eu consegui falar com ela novamente, alguma coisa dentro de mim estalou, a gente voltou a conversar e era como se nada tivesse mudado, a gente conseguia desenvolver do mesmo jeito que a gente sempre fez, nem parecia que tinham 7 anos sem contato. A gente se viu algumas vezes(sim, eu sei que a gente ta de quarentena, todas as medidas de seguranças foram tomadas pra gente conseguir) e, cara, eu tinha me esquecido o que é olhar pra alguém que te olha como se você fosse uma obra prima, aquele olhar de quando éramos crianças não mudou nem um pouquinho, ela ainda olha pra mim como se eu fosse a pessoa mais legal do mundo.
Eu, com todos os meus defeitos, com todas as minha chatisses e meu jeito ""inteligente"" de ser, onde a lista de qualidades é exatamente igual a lista de defeitos, ela me vê como se fosse alguém muito mais do que incrível.
E eu olho pra ela assim também, e quando eu a olho, eu quero que ela sinta a pessoa incrível que eu vejo, uma pessoa que passou por inúmeros problemas pelo mundo afora e ainda passa, alguém que realmente foi a raiz do meu gosto pelas mulheres, que me ensinou que atitude é a melhor caracteristica possível em alguém, e que eu quero alguém com isso na minha vida, alguém que tenha coragem de me puxar pelo braço e dizer que me quer, alguém que queira os meus toques, alguém que querias os meus carinhos, as minhas massagens, os meus abraços, as minhas implicações, assistir animes ou séries comigo, beber comigo, aprender e viver todo tipo de experiências e situações. É isso que eu quero com ela também!
Esse é um pedacinho da minha odisseia, eu pedi a Deus, ao universo, a seja la o que for que estiver ai fora por nós, pra que 2020 seja um ano de apredizados e conquistas, 2020 foi o ano mais difícil da minha vida, onde por conta de um treinamento pra competição, da pandemia(home office) e tambem por causa de ter a Carol na minha cabeça, eu passei pela pior fase da minha vida, mas eu consegui correr atrás de ajuda a tempo(onde eu devo a minha vida a minha hipnoterapeuta, que mulher excepcional) e, no final dessa jornada, eu cresci muito e me tornei bem mais forte.
Muito obrigado, eu deixo aqui os meus agradecimentos a todas essas garotas, que me mostraram quem eu quero junto a mim e quem eu quero ser, a minha mãe que é a melhor mãe do mundo e, mesmo a gente se desentendendo as vezes, eu não resistiria sem ela, a minha hipnoterapeuta que consegue a façanha de me colocar em transe(hipnose ericsoniana é a melhor, sem dúvidas!) e que me ensinou muuuito mais lições do que eu teria aprendido em 20 anos da minha vida.
E principalmente, muito obrigado a mim mesmo, por ter aguentado até aqui, por nunca ter parado de ir pra frente mesmo pensando todos os dias em desistir, em jogar tudo pro ar, pensando até em coisas muuito, mas muuuuito mais escuras nos dias mais dificeis, mesmo assim nós estamos aqui, prontos para a proxima jornada, onde a gente vai sofrer, mas a gente vai aprender algo a respeito disso no final.
Se você chegou até aqui, meu caro amigo, eu só queria te contar a história de como eu descobrir o que, pra mim, é o amor. Amor é o que eu sinto quando olho pra alguém que também me devora com o olhar e as atitudes, amor não é toda a intensidade, todo o fogo, toda a loucura, não! Pode ser um pouco disso, mas principalmente, amor é reciprocidade, é você não ter que se esforçar em mudar 1001 coisas só pra agradar a pessoa, quem você ama e quem te ama de verdade gosta de você por ser quem você é, e é isso que eu quero pra minha vida, amar e ser amado!
Eu não sei se eu e Livia vamos ficar juntos, a gente deve descobrir mais a frente, mas eu sei que eu quero isso, e se o destino(ou o universo, ou deus...) não permitir que a gente fique junto, tudo bem, eu sei agora o que procurar, e que vai existir mais alguém que olhe pra mim do jeito que eu olho pra ela.
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2020.08.13 15:13 TheFiurin Eu odeio ser conformado

Existem coisas que não estão no nosso controle (acidente, término de namoro, doença e etc), não estou falando delas aqui. Eu simplesmente odeio o fato de eu ser uma pessoa conformada, de eu ter tido vários recursos para ser uma pessoa com habilidades, mas sou um fracassado. Odeio o fato de ser magro e fraco e nunca conseguir me defender (uma vez na escola um cara mexeu com minha namorada e eu não fiz nada, fingi que não vi, pois eu morri de medo e não agi). Sempre corri dos meus conflitos.
Odeio o fato de ser ansioso e ter broxado todas as vezes que fui fazer sexo e sempre me lembrar disso, quando vou conversar com alguma pessoa eu gaguejo, travo e etc, pois fico muito nervoso. Fora que não consigo discutir com ninguém, meus pensamentos simplesmente aceleram e na maior parte das vezes eu não dou uma boa resposta. Tenho autoestima baixa e sempre fico calado pois acho que as pessoas não vão gostar do que eu vou falar.
Odeio o fato de eu ter fracassado em 2018 pois não tive as atitudes que precisei ter, eu sabia o que eu precisava fazer, mas simplesmente procrastinei, me escondi e desisti, pois precisaria de muito esforço. Tudo isso que escrevi me gera muita raiva, pois a única coisa que posso fazer com isso e me conformar. Eu queria conseguir fazer a raiva que eu sinto disso tudo ser meu combustível de mudança, mas logo essa motivação passa e eu desisto de tudo .... de novo.
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2020.07.29 05:44 ThiiSun SOU BABACA POR EXPULSAR MEU EX E FAZE-LO IR EMBORA CHORANDO BEM NA NOITE DE NATAL?

Ola luba, editores, gatas e turma que esta a ler!
Essa historia eu não lembro com detalhes já que quando aconteceu eu tinha por volta de 13/14 anos, mas enfim, bora lá.
Pra contextualizar. Eu namorei o, vamos chama-lo de Criança, por uns 3 meses, eu tinha 13 e ele 18 (sim, FBI cheira o microfone nesses momentos), como eu era extremamente jovem e estava em meu primeiro namoro, não sabia como agir algumas vezes, acabava sendo bastante infantil (POR QUE SERÁ NÉ!) mas o Criança não ficava atrás, ele chegava a ser pior e por conta disso nos separamos e voltamos no minimo umas quatro vezes. Até que chegou o definitivo, onde eu terminei após descobrir que ele falava mal de mim pelas costas. Ai okay, vida que segue.
Na escola eu tinha um amigo, vamos chama-lo de Babaquinha. Ele nunca gostou do meu ex pelo fato de que ele gostava de mim, porém eu não sentia a mesma coisa, já que estava cega de paixão pelo Criança (mesmo após o termino). Eu citei o Babaquinha por que ele tem haver com a historia.
Então chegamos ao dia do acontecimento. Estava tendo uma festa de natal aqui em casa e minha família inteira estava aqui. Eu estava me divertindo com minhas primas até que uma tia minha me chama e diz que tinha um rapaz me chamando lá fora.
Quando eu fui ver, lá estava o Criança, todo arrumado e com um sorriso gigante na cara. Já fazia mais ou menos um més que não nos víamos, já que eu sai da igreja e ele também. Eu já sentia a raiva subindo pelo meu corpo só de o ver ali.
Quando perguntei o que ele fazia ali, já sendo grossa desdo inicio o seguinte dialogo se iniciou.
Criança: Fiquei sabendo que voltou pra igreja.
Eu: Sim, e o que tem?
Criança: Ah nada, apenas queria saber se já voltou a louvar ou algo do tipo (Quando você sai da igreja e volta, você fica um tempo de banco, sem poder cantar ou ajudar, eu tive que ficar 2 meses de banco)
Eu: Não, ainda estou de banco, mas Criança serio, porque você veio aqui? A gente terminou.
Criança: É que eu queria te ver e dizer umas coisas sobre o Babaquinha. Eu conversei com ele pelo facebook e...
Eu: Serio que você veio até a minha casa pra fofocar sobre o meu melhor amigo?!
Criança: Eu só vim dizer que ele só quer te comer! Ele me disse isso!
Eu: Eu não acredito nisso! Cara, me esquece, você faz um monte de merda, termina comigo só pra ficar com outras garotas, fala de mim pelas minhas costas e agora aparece na minha casa pra falar mal do meu melhor amigo que você nem conhece! A gente terminou e não temos nada! O que acontecer comigo e com o Babaquinha é assunto meu! Você não tem o direito de vir falar coisa alguma!
O Babaquinha foi o meu melhor amigo naquela época, me ajudou em diversas coisas, principalmente quando eu ficava mal pelo Criança, e eu sempre levei pra vida que: Amigos são muito mais importantes que relacionamentos amorosos, e eu não aceitava o fato dele vir falar mal de um amigo tão importante para mim.
Criança: Você é burra e uma criança! Não vê que estou tentando te ajudar?! Eu amo você!
Eu: Cala a boca, se você gostasse de mim nunca teria feito as merdas que fez! E você não esta ajudando em nada só esta atrapalhando o meu natal, então por favor, vai embora!
Criança: Tá! Okay, eu espero que ele te coma e depois jogue fora! Afinal, eu sei que você já ficou com ele! Eu vou rir muito quando ele transar com você e te deixar sozinha! (lembrando que eu tinha 14 anos e meu amigo também)
Nesse momento ele já estava chorando assim como eu, e quando ele foi embora eu simplesmente desmoronei, me sentia extremamente mal. Veja, eu nunca gostei de conflitos e nunca gostei de ser grossa com alguém, porém não pensei na hora que falei algumas coisas. E também ele foi a primeira pessoa que eu amei, e ouvir ele dizer aquelas coisas piorou a minha situação.
Mas enfim Luba e Turma, eu fui babaca por ter expulsado ele e ter feito ele chorar? Mesmo que já faça anos que isso aconteceu eu ainda fico com isso na cabeça, me perguntando se as palavras que usei foram as certas. E desculpas pelo texto gigante!
Enfim, amo você e os editores, obrigado por ser esse ser incrível que você! Bjs =30
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2020.07.29 02:17 JhowneeBitch O QUE SÓ ACONTECE EM FILMES MAS INFELIZMENTE ACONTECEU COMIGO

Olá, People, Luba e quem estiver lendo. Isso aconteceu e tenho testemunhas. Aliás, essa história é contada até hoje, talvez até por pessoas das quais nem lembro mais que existam. Mas vamos lá.
Começou em 2009, eu estava no último ano do ensino fundamental, e já me reconhecia como Bissexual. Na época, eu era talvez o único aluno daquela escola que era abertamente LGBT, então, consequentemente, acabei ficando muito popular. Todo mundo sabia quem eu era e etc. Lembrando que eu era o único, então, não tinham outros Boys por quem eu pudesse ter... Um lance. Só garotas. Então eu pegava um monte de garotas. Até que comecei a namorar com uma garota que vamos chamar de "N". Eu e "N" namoramos por quatro meses e tava tudo certo. Mas dentro de mim, eu sabia que eu não tinha nada de Bissexual. Que talvez fosse só uma fachada pra eu me sentir "Menos Gay" (Se é que isso faz sentido) até que vi que eu estava certo. Então, um dia, tomei vergonha na cara e abracei minha completa homossexualidade. Eu e "N" íamos e voltávamos da escola de Perua Escolar, então estávamos juntos dentro e fora da escola. Assim que virou o ano, para 2010, e eu entrei no colegial, Tive que terminar com "N" obviamente, e explicar tudo pra ela, que eu era GAY, não BI, que não dava mais pra continuar nosso relacionamento. Ela aceitou NUMA BOA. Inclusive viramos bons amigos. O que ela não sabia, é que um dos motivos por eu ter terminado também foi porque eu estava me apaixonando por um garoto, que vamos chamar de "W". O "W" não era da mesma escola que a gente. Mas a nossa perua escolar, carregava dois grupos de alunos ao mesmo tempo, os da nossa escola, e alguns da outra (a dele, no caso). Então eu via "W" todo dia também, na ida e na volta. Mas o "W" não era gay ou bi, ou pelo menos não aparentava. Eu fui chegando na amizade... mas com segundas intenções. Até que um dia, minhas segundas intenções ficaram claras pra ele. E para minha surpresa, ele revelou que também tinha sentimentos por mim. Nos beijamos e tal, mas ele ficou muito apreensivo, e decidiu que não teríamos nenhum envolvimento. Fiquei chateado, mas fazer o que. Todo adolescente pode ter conflitos sobre sua sexualidade, então aceitei de boa e passei esse pano pra ele. Até que, no dia seguinte, ele diz que sonhou comigo, que não conseguia parar de pensar em mim e boom! Me pediu em namoro. Eu aceitei, é claro! Eu estava apaixonado e era tudo tão emocionante. Namoramos, e muito bem! Não tinha brigas, DR, ou crises de ciúmes. Brincávamos muito, fazíamos piada.. Era um namoro cheio de alegria, muita química e cumplicidade. Tínhamos os mesmos gostos... era tudo perfeito. Passaram-se alguns meses, e um dia... Ele me disse que queira terminar. Acontece que ele estava sofrendo preconceito na escola dele. Havia inclusive perdido algumas amizades quando o fato dele estar namorando com outro garoto (eu) veio à tona. Ele não conseguia suportar a pressão do preconceito. Disse inclusive que muitas pessoas na escola dele haviam parado de chamá-lo pelo nome, e o chamavam só de "Viado." Ele inclusive ficou com medo que alguém contasse tudo pra mãe dele e etc. Então, terminou comigo. Eu fiquei DEVASTADO. E pior é que eu não podia fazer nada. Não adiantou falar nem opinar, porque eu mesmo, nunca senti na pele esse tipo de preconceito. Na minha escola, todo mundo era super gentil comigo e nunca sofri nenhuma rejeição.
Alguns dias se passaram, eu só conseguia sofrer por amor. Até que, "N", lembram dela? A minha ex? Então, eles começaram a ficar muito próximos... E quando me dei conta, estavam namorando.
Algo que eu não desejaria ao meu pior inimigo, é ver DOIS EX SEU SE PEGANDO, SE BEIJANDO E SE LAMBENDO NA SUA FRENTE, DIA APÓS DIA, ainda mais apenas uma semana depois do nosso término. Estávamos todos enclausurados numa perua escolar na ida e na volta, não tinha pra onde escapar, era impossível não ver eles se agarrando. Que merda! Eu a deixei por ele, ele me deixou, e depois ficou com ela? PQP!

Mas logo eles terminaram. Eu vi minha chance, voltei a me aproximar de "W" mas ele disse que não tinha nenhuma chance de nós voltarmos. Ele ainda estava atordoado com o que ele passou na escola dele. Que agora todos estavam começando a tratar ele normalmente de novo. Eu e "N" inclusive chegamos a brigar por causa de "W", disputando o amor dele feito dois trouxas. Até que ela desistiu e eu fingi desistir, mesmo chorando quase todo dia.
O ano letivo estava acabando, eu e "W" estávamos próximos de novo, mas sem beijos, sem carícias, apenas amizade. Eu me declarei e disse o quanto o amava, ele só conseguia segurar o choro. As férias de fim de ano estavam vindo, essa era minha última chance este ano? Ele disse que queria estar comigo, mas que não estava preparado ainda. Mas que eu o havia marcado, e que ele nunca esqueceria de mim. E que usaria as férias pra pensar sobre mim e a nossa situação, que ele me daria uma resposta definitiva sobre o nosso possível futuro assim que as aulas voltassem, no ano seguinte. Sim, eu passaria as férias e a virada do ano me torturando com isso na cabeça, mas ok.

Então, a perua chegou até onde ele morava, era vez dele descer. E uma última vez, eu disse "EU TE AMO". E ele respondeu "EU TAMBÉM TE AMO" prestes a chorar, batendo a porta da perua. Aquilo foi tão dramático, tão romântico, eu me senti num filme.
Passaram as férias, finalmente chegou o primeiro dia de aula. Eu fui com uma animação tremenda, mesmo temendo a resposta que ele pudesse me dar. A perua foi passando de casa em casa, e só ia aumentando minha tensão. Até que quando passamos pela rua dele, a perua passou direto. Então perguntei pro motorista - "O W vai faltar no primeiro dia de aula?" E o motorista me respondeu "Então... Ele não vem mais. Mudou de escola, não vou mais buscar ele."

Aquilo me destruiu. Completamente. Não o vi mais depois disso, mas também nunca o esqueci. Acho que o primeiro coração partido é o que dói mais. Até que 10 anos depois, por pura ironia do destino, minha amiga "J" (que é lésbica, aliás) disse estar batendo um papo com um carinha do face que gostava muito de Star Wars, assim como ela. Quando vi quem era... Minha alma quase saiu do corpo, era ele! Eu peguei o número dele. Quando mandei um simples "Oi", ele respondeu JÁ SABENDO quem eu era, só pela foto. Não perguntou meu nome nem nada. Ele sabia. Me chamou pelo nome e tivemos uma conversa longa que durou umas 7 horas. Mas foi uma conversa puramente amigável. Ele está bem, eu estou bem (Estou Muito bem, aliás, agora entrei num novo relacionamento com um rapaz muito bom, gentil e resolvido.) Mas acho que essa conversa que tivemos foi a prova de que, o que aconteceu lá trás, nunca vai sair das nossas cabeças.
Acabou aqui? Não sei. Provavelmente sim. Mas essa foi uma página da minha vida que custou 10 anos pra fechar. Ele me deixou num "Gancho" há 10 anos atrás que atormentou todos os relacionamentos que tive desde então, sempre com medo de me afeiçoar. Mas talvez... Eu não sei.
A garota "N" está muito bem também, somos realmente bons amigos e até saímos as vezes pra tomar uma cerveja. Foi isso, muito absurdo mas romântico ao mesmo tempo. Daria um Livro Teen? Quem sabe eu escreva. "N" inclusive já até me deu permissão pra escrever um.
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2020.07.20 00:59 astral1999 fui praticamente obrigado a me casar com 18 anos ( atenção pf)

eu namorava uma menina, e o pai dela é uma daquelas pessoas rígidas de costumes antigos, pedi para ele para namorar com a filha, e ele autorizou, depois de um ano mais ou menos tivemos nossa primeira relação sexual, e o pai dela ficou sabendo, então ele chegou a me ameaçar, e tambem falou que ou eu casava com ela ou ele levaria ela embora pra muito longe, de acordo com ele nós tinhamos que nos casar para a filha dele não ficar com o nome manchado, e eu entrei em um grande conflito com minha familia para casar, o que causou muito sofrimento pra mim, mas casei com 18 anos de idade, foi um dia muito triste e eu tive que fingir sorrir a noite toda, e hj em dia estamos a 3 anos juntos, com um casamento que é um namoro, pois nós ainda não moramos juntos nem trabalhamos, mas assim, as vezes, eu passo na praça da minha cidade, vejo pessoas da minha idade se divertindo, aproveitando a juventude, e sinto vontade de estar lá, as vezes sinto vontade de ter uma vida de solteiro, conhecer novas pessoas, novas experiencias, as vezes me sufoca sabe, mas não posso terminar isso, ela me ama tanto sabe, me ama muito, quer ficar cmg pra sempre, se eu terminasse nosso relacionamento, a vida dela viraria um inferno, mas como eu disse, as vezes eu sinto a necessidade de me sentir livre, a vontade, até mesmo curtir uma solidão. o que vcs acham da minha história?

edit: vcs acham que eu deveria tentar me adaptar e tentar viver uma vida feliz com ela, ou terminar tudo e aproveitar minha juventude?
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2020.07.07 15:18 sharkelson Sou babaca por dar em cima da Pepita que é ex do meu amigo?

Ola Luba, gatas, papelões que podem não estar entre nós nesse momento, turma e possível convidado que está a ver. Bom, eu tenho uma amiga da época de escola, amiga esta que eu já fiquei naquele tempo, na época não teve nada sério e eu até comecei a namorar depois do nosso beijo e tal. Depois de uns meses eu terminei meu namoro, eu e a (vou chamar de Pepita) nunca deixamos de ser amigos, e realmente nada mudou depois do meu término. Mas eu ainda tinha MT interesse nela e deixava claro. Pra falar a verdade ela n tinha mais tanto interesse na minha pessoa e por um tempo eu só larguei de mão já que não ia dar em nada. No ano seguinte depois de sair da escola nós estávamos meio distantes mas eu queria reaproximar pq eu sentia bastante sdd da nossa amizade, enfim, eu chamei ela, nós voltamos a conversar bastante e meu interesse foi surgindo novamente, só que tinha um porém, depois de umas semanas que a gente tava se falando bastante ela me disse que estava conversando com um amigo meu (que sempre foi bem próximo), inclusive esse meu amigo me chamou nesse período aí pra perguntar se tinha algum problema caso eles ficassem e tal, eu obviamente disse que não, pq eu n estava apaixonado por essa amiga minha, eu só tinha MT interesse na pepita mas nd demais. Na vdd eu nunca pensei que eles podiam chegar a ter algo mais que umas bitocas, mas eu estava errado. Eles começaram a ficar e isso desenvolveu em um namoro, eu fiquei meio preocupado pq eu odeio ser amigo de duas pessoas no casal, pq vc nunca pode escolher um lado sem ficar brigado com o outro (pelo menos minhas experiências até agr me mostraram mt isso), então nem me envolvi tanto no namoro, só deixei eles lá felizes, e tava feliz por um estar fazendo bem pro outro. Depois de uns meses eles terminaram e eu tentei dar o máximo de apoio pra os dois, eles terminaram mais por um conflito de interesses, que gerava MT briga e coisas assim. Mas enfim, agr eles estão separados, meu amigo já está seguindo a vida dele ficando com outras pessoas, conhecendo um pessoal. E essa minha amiga por mais que ainda está um pouco apegada, tbm esta tentando seguir. EIS O X DA QUESTÃO, depois de um tempo do término eu voltei a conversar bastante com a Pepita e acabei dando em cima dela algumas vezes (pq o interesse ainda existe), só que depois me senti meio mal, pq meu amigo julga muito quem fica com ex de amigo e coisa assim, então provavelmente ficaria chateado demais se descobrisse, mas ao msm tempo as vezes penso que eu fiquei com ela antes e o meu interesse nunca foi segredo pra ninguém em torno de nós. Eae turma, eu sou babaca por dar em cima da ex do meu amigo?
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2020.06.29 03:46 richardtrle Há uma semana eu disse que passei por conflitos com minha mãe, eu decidi me mudar de casa, esta é a segunda parte do meu desabafo

Pra quem não viu meu post anterior, segue o link abaixo:
https://www.reddit.com/brasil/comments/helm42/minha_m%C3%A3e_disse_pra_mim_n%C3%A3o_assisto_a_globo_eles/
Mas basicamente eu vinha me envolvendo em uma série de conflitos com minha mãe. Que culminou em uma quebra de imagem por minha parte que tinha dela. Eu admirava minha mãe, achava que ela era uma forma de virgem Maria, que tinha me colocado no mundo pra ser seu Messias e pagar pelos seus pecados.
Essa imagem que tinha dela se quebrou, e achei isso tão ruim, por que eu tive essa mesma sensação com meu pai em 2003, ano em que meus pais se separaram devido a uma traição ridícula que foi perpetrada por meu pai. Eu achava que meu pai era meu super herói, mas descobri que havia um histórico de traições e que inclusive minha mãe havia contraído infecções sexualmente transmissíveis por conta disso, marca que carrega consigo até os dias de hoje.
Tínhamos uma ótima relação, ela era minha confidente, me apoiou (mesmo que com ressalvas) quando me assumi bissexual, disse que respeitava. Inclusive lutava contra a família por conta de dizeres preconceituosos e piadinhas em torno do assunto "meu nome". Era minha parceira de filmes e séries, fazíamos pipoca, avaliávamos o filme e depois íamos dormir. Era até terapêutico para ela, ela sofre de insônia e apneia do sono, então assistir algo era quase que sonífero para ela. Porém, por conta de politicagem, cegueira e teimosia de encarar os fatos, a verdade, tudo isso se desfez.
Inenarravelmente estamos em uma pandemia que atingiu nossa era. Centenas, posso até dizer que milhares de famílias estão sendo desfeitas, vidas estão sendo ceifadas em proporções jamais vistas na era moderna. O nosso país está no protagonismo mundial, e de uma péssima maneira. Isso mostra que o povo brasileiro está completamente desunido e até mesmo destruído por conta de crenças. Crendice barata de esquerda vs direita, de desafiar a luz que a ciência provê, de uma "eterna" luta contra o comunismo e de endeusamento de políticos. Enquanto os políticos apenas enriquecem a troco dos impostos, pagos por nós cidadãos. Deveríamos cobrar deles, eles são nossos funcionários, mas brasileiro é um povo atrasado em vários aspectos, políticos é apenas um deles.
Enfim, eu fiquei essa semana passada inteira sentindo um enorme vazio, foi uma ruptura do meu ser. Eu não sabia quem eu era, eu não sabia o que estava sentido, eu sequer consegui olhar pra ela, minha mãe, com os mesmo olhos. Eu amo minha mãe, eu continuarei amando, mas aquela mulher que habitava o mesmo lar que eu foi corroída por esse revisionismo histórico, essa onda de notícias falsas e correntes de whatsapp, não é a mesma mulher que me criou.
Porventura um amigo meu me disse no Domingo, dia 21 que estava pagando aluguel e que seu senhorio não estava fazendo qualquer abono no valor, inclusive por 4 meses. Ele falou que pensava em devolver o imóvel, mas ao mesmo tempo não tinha como, pois todas as suas roupas, móveis e utensílios domésticos estavam neste imóvel. Ele foi pra sua cidade natal, e lá ficou preso por conta da pandemia.
Foi tempo o suficiente pra eu maturar a ideia de que ele poderia me sublocar o imóvel, eu arcaria com parte das despesas, assim ficava bom pra ele e pra mim. Ele topou na hora, o grande problema foi que não avisei pra ninguém, nem com quem eu namoro. O segundo choque também foi, eu fiz tudo de um dia pra o outro. Foi uma espécie de mudança relâmpago, acionei um tio meu que estava quarentenado, falei a situação, ele topou. Trouxe poucas coisas, meu rig, uma cadeira, travesseiro e poucas peças de roupa. Afinal ficarei boa parte do tempo também em quarentena.
Resultado, me mudei de cidade. Foi um risco que passei, foi, mas eu julgo que valeu a pena. Não só pelo fator mãe, minha cidade está um escárnio. Sexta-feira o centro da cidade estava lotado, nem parecia que existia preocupação de que mais de 55 mil pessoas haviam morrido. Parece que as pessoas estavam nem ai que no período de apenas uma semana quase 300 mil novos casos foram registrados. Tinha muita gente na rua, gente inclusive sem máscara. Então eu juntei isso todo e me mudei.
Sabe o que é engraçado, eu me mudei pra me isolar... ha ha ha
Bem é isso, agradeço a todos que postaram anteriormente e aqui segue o desfecho dessa parte em minha vida. Fica aqui meu relato e meus sentimentos.
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2020.06.10 05:39 allydunno Completamente perdida no vazio.

Aviso: desabafo muito grande e desorganizado cronologicamente e até ortograficamente. Sei que já exclui esse post várias vezes e coloquei novamente, peço perdão.
Não tenho tanto a reclamar da minha vida apesar de não querer ela, ela nunca foi extremamente ruim, tive os brinquedos que queria e de início uma família reunida. A memória mais vivida que tenho é do bullying. Entrei em uma escola aos 11 anos e foi lá que tudo começou a desandar. Fiz um grupo de amigas inicialmente que no fim eram tudo menos minhas amigas de verdade. A minha "melhor amiga" nesse grupo sempre teve problemas psicológicos (tinha problemas com a aparência dela) e sempre tentei ajudar apesar de ser bem ingênua na época mas, acho que não fiz o suficiente ou talvez não tenha sido uma amiga boa o suficiente. Ela dizia na minha cara que me odiava, me fez sentir mal muitas vezes mas ainda sim eu sentia compaixão e empatia por ela, não por pena mas sim porque eu a considerava minha amiga de verdade. Ela chegou a quase me enforcar um dia na escola, e depois passei a entender que talvez ela me odiasse de verdade. Um dia disse que se ela morresse a culpa seria minha e até hoje eu simplesmente não consigo esquecer isso. Não quero pintar ela como a vilã pois sei que ela estava lidando com conflitos internos mas ainda sim, a forma como fui quebrada e estraçalhada nessa amizade é irreversível. Sofri bullying por outras garotas na escola, minhas outras duas amigas desse grupo me humilharam algumas vezes e foi nessa escola que fui literalmente um objeto para satisfação alheia, não importa o quanto aquelas pessoas me machucassem eu ainda estaria ali por elas firme e forte. Eu passei a me arrastar para ir a essa escola, tomava remédios de ansiedade porque toda vez que eu via aquelas pessoas eu ficava extremamente ansiosa (tive problemas físicos com isso), nunca contei nada a minha mãe e para minha vó porque nunca achei que fosse importante. Inclusive gostei de um garoto (perto do meu último ano nessa escola, passei 4 anos lá) mas hoje em dia me pergunto se gostei dele de verdade ou se senti isso porque todos falavam que a gente dava certo junto, e bem, eu queria agradar todo mundo né?...
Aos 15 anos fui para outra escola começar o ensino médio, de início foi incrível uma das melhores coisas, perdi grande parte da minha timidez e parei de tomar remédios para ansiedade. Comecei a gostar de outro menino e com ele tive meu primeiro namoro e meu primeiro beijo, no começo foi mágico mas depois tudo começou a desandar. Ele queria me forçar a fazer sexo/a ter desejos sexuais, me criticava por não conseguir demonstrar meus sentimentos e afirmava que eu não o amava por causa disso tudo. Me destruiu psicologicamente pois me fez perceber o quão fraca e covarde eu sou. Foi nesse mesmo ano que me machuquei pela primeira vez. Novamente, achei que não era importante então não contei a ninguém.
No mesmo ano comecei a gostar de um garoto, um garoto que me amava de verdade, um garoto que teve uma decepção amorosa anterior e que se tornou meu melhor amigo. Em pouco tempo a gente se aproximou, demais. Beijei ele mas decidi acabar tudo antes de começar porque tive medo, medo de machucar ele assim como eu me machuco, medo de não demonstrar sentimentos e ele se decepcionar, medo de perder tudo. Ele se afastou e parou de falar comigo para sempre, até mudou de escola, me senti a pior pessoa do mundo e me sinto até hoje. Novamente não achei importante, fiquei calada
No ano seguinte, no meu segundo ano do ensino médio, comecei a namorar um garoto que todos falaram que não valia nada mas eu precisava desesperadamente de alguém para me ouvir, me abraçar e ele pelo menos disse que faria isso, mas nunca o fez. Lembro até hoje do dia que tive uma crise na escola (por causa de uma briga familiar) e ele ficou do meu lado olhando o celular o tempo inteiro, me senti uma ridícula por estar chorando e sendo uma namorada ridícula e fraca. Ele também insista na questão do sexo e até chegamos a fazer certas coisas nada muito além mas fiz apenas para agradar, não me sinto bem até hoje com isso. Novamente, fiquei calada.
No final do mesmo ano, tive outro relacionamento, fomos amigos de início mas logo começamos a namorar, de início foi bom -como sempre- mas conforme o tempo foi passando tudo piorou. Ele também insistiu na questão do sexo e bem, foi nesse relacionamento que sofri com estupro e diversos outros toques que me incomodaram. Certos toques eu simplesmente deixei porque ele gostava então achei melhor, melhor para ele mesmo eu não me sentindo nada confortável. No estupro, não tinha muita força para entender e minha mente se tornou um clarão mas impedi ele de ir bem além porque sei que ele iria. Estou com esse menino até hoje porque não consigo terminar, tenho medo, medo de machucar ele parece ridículo mas é verdade, me tornei dependente emocionalmente e mesmo querendo muito terminar não consigo fazer isso, agora irá demorar mais ainda com a quarentena. Enfim, não achei nada disso importante suficiente para falar então fiquei quieta.
Houveram outras coisas no meio desses anos, no meu último ano do fundamental meu pai se separou da minha mãe e nunca mais apareceu, não fala comigo, tentou tirar a casa que eu, minha mãe e meu irmão moramos, passou a viver com a nova família dele, não teve coragem de falar comigo nem para dizer que minha avó paterna havia falecido (isso aconteceu no finalzinho do ano passado).
Meu irmão (quando ainda eramos pequenos provavelmente uns 10 anos e ele uns 15) parou de falar comigo, talvez por raiva, tristeza, não tenho a mínima ideia hoje em dia só trocamos diálogos simples porque moramos na mesma casa, ele e minha mãe brigam várias vezes e parecem dois estranhos entre si ao invés de mãe e filho. Sinto falta dele e das conversas que tínhamos, do abraço dele, das risadas, dos momentos que tivemos mas hoje em dia ele está bem diferente, se tornou muito ganancioso e egoísta. Acho que não tive muita sorte com homens na minha vida sinceramente kkkk
Minha mãe e minha avó são os únicos motivos para eu continuar vivendo aqui, sei que as duas não suportariam viver sem mim então continuo aqui. Minha vó sempre se apoiou em mim e minha mãe também então não seria justo simplesmente fazer elas sofrerem por minha causa.
Me tornei um mar de angústia e desespero, me perdi de mim mesma, olho para o espelho e não sei quem está la mas sei que não tenho orgulho dessa pessoa. Sinto saudades da minha infância quando tudo era diferente, hoje em dia, me tornei destruída, sinto um grande vazio no meu peito. Já senti tristeza por mim, vazio, angústia, até mesmo ódio hoje em dia não sinto nada, sinto um grande vazio num imenso mar de solidão, angústia e silêncio. Não acho meus problemas importantes suficientes por isso nunca falo, acho que outras pessoas sofrem bem mais então não devo ficar falando sobre coisas fúteis como as minhas, falei aqui porque não conheço ninguém, ninguém me conhece e vocês serão como as pessoas que vejo na rua, prestarei atenção mas não nos veremos novamente por isso é mais fácil falar. Sinto essas coisas a muito tempo, desde pequena nunca contei nada para ninguém, talvez tenha sido influência do meu pai porque ele sempre foi uma pessoa fria então talvez me tornei assim também. Me acho um monstro por não conseguir sentir as coisas, faço praticamente tudo porque os outros querem me ver fazer ou gostam, usei diversas vezes roupas para agradar os outros, penteados para agradar os outros, enfim... Me perdi de verdade, não consigo mais organizar meus pensamentos porque tudo está se tornando um borrão. Sou extremamente racional então não irei tentar nada sério, apesar de pensar, me seguro aos meus pensamentos sãos. Talvez futuramente eu procure um psicólogo quando for maior de idade, assim não tenho que dar justificativas para minha mãe não estou preparada para contar tudo isso agora. Aos 17 anos me sinto extremamente perdida, não sei se irei conseguir amar alguém de verdade, não sei quem sou mais tenho apenas leves resquícios meus nesse borrão que eu vejo no espelho, não consigo falar o que sinto, sinto compaixão por todos menos por mim mesma, perdi minha humanidade comigo e não consigo mais encontrar, me sinto um objeto para satisfação alheia. Enfim, essa é só uma parte dos meus pensamentos desorganizados, nunca fui boa para escrever sobre isso mesmo, esse é meu desabafo sobre quase tudo.
Obrigada por ler, se estiver sentindo algo parecido comigo, pare um momento e olhe para o céu: olhar para as estrelas e sentir o vento gelado me ajuda às vezes, espero que te ajude também. ❤️
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2020.06.08 02:04 dudinha_gameplays Nice guy, novela mexicana, "depressão", possível manipulação e tudo o que há de ruim (longo)

Olá lubinha, galerinha do tutube, falecidos papelões, gatos lindos, edição e pessoas que estão vendo, vou contar uma história que aconteceu no começo desse ano.
Detalhe: sou molier okay akskskskskksksmsms.
Eu sempre fui muito timida, então esse ano eu quis fazer diferente. Eu vi um mlk sentado num canto da sala sozinho e eu pensei "hmmmmm MEU NOVO AMIGO", ai eu fui falar com ele e tals, a conversa tava normal como qualquer outra de dois seres humanos interagindo. Até que ele começou a contar sobre as decepções amorosas dele, dizendo que ele sempre se aproximava de alguma menina e ela ficava "estranha com ele" do nada (GUARDEM ISSO). De boa ate ai, passei meu número pra ele pra gente conversar. Aí quando eu chego em casa o cara tinha enchido meu celular de mensagem, todas falando mais ou menos: "Oi tudo bem??? ❤❤❤Como vc ta? Comeu bem????????? DORMIU BEM? CHEGOU BEM EM CASA??? ❤❤❤❤❤❤❤❤ TE AMO TA ❤❤❤❤❤" (Não foram exatamente essas palavras que ele usou mas foi quase isso) Aí de boa, achei estranho porem permaneci respondendo normalmente. Detalhe: só fazia um dia q a gente se conhecia e ele ja tava desse jeito. Outro detalhe: sempre que eu passava e ele tava com alguma menina ele não olhava e nem falava comigo. OUTRO DETALHE IMPORTANTE: teve uma vez que eu desabafei com ele sobre meu namorado, pq ele tinha feito merda, e ele me aconselhou (guardem).
No outro dia ele começou a dizer que gostava de mim (vamos chama-lo de Jonson, ou Carls como preferir) eu nessa época namorava e disse não, daí ele começou a fazer MUITO drama (queria ter os prints porem apaguei em prol da minha saúde mental), dizendo uns negoço tipo "esse vai ser outro ano triste pra mim" e disse q teve q deitar no chão de tanta "dor" (lembram q eu disse q ele só me conhecia a um dia?).
Um dia depois de ter falado que me amava e me pedido em namoro ele disse que gostava de outra menina, "ele ta tentando seguir em frente" foi oq eu pensei. No dia seguinte, ele falou que essa menina tava "estranha" com ele, e percebi q ela nem tava mais falando com ele, aparentemente jonson tinha sido rejeitado, um tempo depois a gente tava conversando e ele no MESMO dia por mensagem, quando a aula tinha acabado, voltou a dizer que gostava de mim. Detalhe: depois descobri q essa menina tinha realmente rejeitado ele.
Enfim, continuamos a conversar de boa no outro dia, e ele começou a apontar umas coisas em mim dizendo q meu braço era muito fino, ficava zoando que eu era magra, e dizia pra eu raspar os pelos do braço, com aquele tom de ofender mesmo sabe, eu até vi ele falando pra menina que tinha rejeitado ele: "ecaaaaa, depila esse suvaco", mas ele falava num tom de ofensa, eu até vi q ela tava meio sem graça. Parecia até que ele tava tentando abaixar a nossa auto estima.
O Jonson tinha uma cara meio de assustado sabe, os olhos bonitos porem muito fundos, e parecia que tava sempre em conflitos mentais. Aí num belo dia, ele pediu pra me acompanhar até em casa, e eu aceitei. Quando a gente tava saindo eu encontrei meu namorado, e a gente ficou conversando, nisso acabei perdendo o Jonson de vista, ai eu acabei indo com meu namorado. Quando eu cheguei em casa tinha umonte de áudio do jonson com uma voz bem cansada, e ele parecia estar forçando uma voz de choro, e ficou dizendo: "nossa duda eu te aconselhei e voce faz isso comigo, eu fiquei la te esperando e vc foi embora logo com o menino q eu mais odeio"(meu namorado no caso, jonson "odiava" ele por causa da merda q ele tinha feito) Detalhe: eu vi ele indo embora sem ter me esperado como disse no áudio, mas n comentei. Desde então ele ficou usando o motivo de ter me aconselhado, o tempo todo pra sempre q eu fizesse "merda".
Teve um dia que a gente tava na escola e a professora pediu pra fazer dupla, aí eu fiz com uma amiga minha e ele chegou dizendo "mano eu pensei que vc ia fazer dupla comigo, eu te aconselhei e vc nem pra fazer comigo, que ótima amiga vc é", eu nem respondi mas fiquei com raiva quando ele disse isso.
Teve outro dia que eu tava meio mal na sala e uma amiga minha tava me ajudando a melhorar, e naquele dia eu n falei com o jonson pq eu n tava bem, e quando eu cheguei em casa la estava ele "vc nem ta falando mais direito comigo e eu n sei pq, eu acho que a farls (minha amiga) falou alguma coisa de mim pra vc"
E no outro dia eu fiz dulpa com ele, tentei falar com ele, puxava assunto e o cara tava muito seco. Eu até lembro que na aula vaga ele tava falando com uma menina e eu cheguei pra conversar tbm e ele me ignorava completamente.
Quarentena chegou
A gente parou de conversar, ele não me chamava no zap, e eu também não. Então eu iludida achando q a quarentena ia acabar logo, resolvi fazer os trabalhos de escola e tinha um específico q envolvia ele. Eu o chamei e pedi para que escrevesse logo a parte dele. Quando eu fui ver oq o cara tinha falado, la estava ele novamente: "nossa duda vcs estão ai fazendo o trabalho e nem falaram pra mim (eu tinha falado na CATAPIMBA DA MENSAGEM) eu te dei um conselho, fiquei la quando vc tava mal. Vcs fizeram umonte de coisa do trabalho (eu tinha acabado de começar) e só vem me avisar agora, não da nem pra te considerar melhor amiga (Eu nunca disse q ele era meu melhor amigo, A GENTE NEM CONVERSAVA MAIS MANO O QUE QUE AQUELE MLK TINHA NA CABEÇA) pedi mais uma vez pra ele fazer mas ele continuou o drama e eu falei que tiraria ele do grupo ja que n iria fazer. E continuou o drama, ele ficou dizendo que iria fazer mas eu o tirei do grupo (mano ele tava reclamando que eu n tinha avisado antes, ele claramente n ia fazer). Aquele foi meu máximo, ele sempre arrumava uma razão pra começar uma puta novela dramática de romance mexicana, eu surtei e xinguei ele para uma caralhita, xinguei MUITO mesmo, e depois bloqueei. No outro dia fui falar com minha amiga (chamaremos de Margaret) sobre o trabalho e ela falou "mano eu ja tinha falado pro jonson fazer o trabalho mas ele disse q não iria mais".
Minha mãe tinha o número dele e ficou sabendo da nossa briga, ela disse "O jonson falou que vc tirou ele do grupo sem nem dizer pq, e depois bloqueou, pq vc fez isso?"
Resumindo: ele disse pra uma pessoa que não queria fazer o trabalho, disse pra mim que eu não tinha o avisado antes (sendo q quando montamos o grupo ele sabia oq fazer) e pra minha mãe ele falou que não sabia o porque de eu ter tirado ele.
Mas a história continua, dessa vez com a margaret que ainda tinha contato com ele dizendo "mano eu postei a foto de uma amiga minha nos status e o jonson pediu o número dela, aí eles ficaram conversando e no primeiro dia ele tava bem legal com ela e no dia seguinte tava fazendo muito drama dizendo q ela n falava mais com ele (sabe aqueles nice guy q vê q a pessoa ainda n respondeu e começa a dizer q ela ta ignorando e fica enchendo o saco? Então) e transformou a vida dela num inferno, ficou mandando umonte de mensagem fazendo drama, aí depois ele veio dizer pra mim q ela tava estranha com ele"
Detalhe q não contei: ele dizia que tinha depressão, mas ele nunca confirmou isso (nunca foi em psicólogo então não acredito muito, mas eu percebi q ele era muito dramático e carente)
Eu só quero que digam se eu fui babaca de ter xingado ele, ou se eu só exagerei, pq eu até hoje n sei se ele é assim de propósito ou pela "depressão" e tals. Espero que tenham gostado dessa história. Bye galerita lindita, lavem as mãos e cuidem dos animais, plantem árvores e não sejam um nice guy❤.
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2020.05.27 19:43 higordo POR QUE FACEBOOK ACABOU.

olá meus pimpolhos! como cês tão? bom, essa história foi bem recente até.
contextualizado: eu e minha família somos cristãos e meu irmão namora a filha do pastor da minha igreja.
enfim, no começo do ano, tempo de boatos do terceiro conflito mundial, meus pais convidaram o pastor e a esposa, e minha cunhada para almoçarem em casa, para as famílias se conhecerem e falar sobre o namoro dos dois.
almoço na mesa, como sou MUITO introvertido e não consigo falar muito bem com pessoas de frente a frente, coloquei meu almoço no prato, e fui almoçar lá na sala.
gosto bastate de comer assistindo/lendo alguma coisa, e decidi olhar o feed do facebook (ok boomer).
então, curiando a vida dos outros, vi um vídeo de plantão de um jornal, escrito na legenda: "agora ferrou tudo". como eu não assisto jornal e sou bem trouxa, decidi assistir.
agora me digam, pra que?
começou um GEMIDÃO, e como eu tava com um prato e um copo nas mãos, ficou mais ou menos um 10 segundos com aquele negócio até eu tirar.
tirei, e todo mundo ficou olhando pra mim da sala. eu falei: "não fui eu, foi o facebook".
e todo mundo começou a rir, inclusive o pastor que falou: "higor, mas o que é isso?" (brincando, óbvio).
graças a God ele é um pastor atualizado e sabe como isso é bem normal acontecer.
eles foram embora, passei vergonha, e desinstalei o facebook :D
e essa foi minha vergonha menines, tchau, luba love u <30
submitted by higordo to TurmaFeira [link] [comments]


2020.04.06 05:50 certopreto O coração ou a razão?

Eu namorei durante 4 anos e há 3 anos terminei meu namoro, hoje minha ex namorada já namora e aparentemente é feliz com o atual dela, foi um fim de relacionamento amigável para ambas as partes e não existe mais sentimento. Na época que começamos a namorar ela tinha uma melhor amiga, mas elas acabaram se afastando pois minha ex era muito ciumenta e por respeito e para evitar conflito a melhor amiga dela acabou se afastando dela. Na época também todos nós éramos da Igreja, atualmente elas duas ainda são da cristã mas de Igrejas diferentes e não tem mais contato e eu saí da Igreja um ano depois do término do meu namoro e hoje não consigo mais me ver voltando a ser cristão novamente...
Depois que terminei meu namoro eu tive alguns casos mas não cheguei a namorar ninguém, apesar de também não ter contato com a ex melhor amiga da minha ex namorada, eu sempre tive uma impressão muito clara que ela gosta de mim anonimamente, mas ela sempre foi extremamente respeitosa e nunca deu em cima de mim, mesmo depois do término do meu namoro, mas eu nunca cheguei de fato a falar com ela sobre isso. Atualmente eu acabei de me formar e já consegui ingressar no Mestrado e terei que ir embora da minha cidade, assim que a epidemia passar, mas diante da situação de separação e vida nova eu acabei percebendo que eu também acho que gosto dela, se é que ela realmente gosta de mim...
Não há nada que nos impeça de namorar, ambos somos solteiros, mas ela é filha de Pastores e tem cargo dentro da Igreja e tudo mais, sendo assim caso eu queira realmente tentar esse novo amor, eu teria que me submeter a voltar ao Cristianismo novamente, o que para mim é um problema muito grande porque vai de encontro totalmente ao que eu penso hoje sobre a religião, além de quê eu estaria me arriscando em um namora à distância, caso ela tivesse interesse em mim e eu voltasse ao Cristianismo...
Há muito tempo eu não sei o que é gostar de alguém e esse sentimento é bom, acho que nos torna mais humano, mas estou diante de um grande dilema em seguir o coração ou a razão.
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2020.03.11 00:37 Idalen Queria fazer novos amigos

Texto longo e provavelmente incoerente, eu só quero jogar o que sinto para fora.
Faz um ano que vim para São Carlos, interior de São Paulo, o que foi um presságio de algo muito bom já que finalmente eu iria começar o curso de computação em uma universidade de excelência e etc e tals. Tudo parecia estar no caminho certo. Mas não está sendo fácil como eu achei que seria.

Minha Adolescência

Anteriormente eu morava em Itabuna, na Bahia, onde passei da minha infância até os 17 anos, inclusive os anos da adolescência. Ah, os anos entre os 15 e os 17. Parece um período curto de tempo, afinal, são apenas 3 anos. Porém, foram os anos em que eu mais me senti vivo em toda a minha vida.
Neles, fiz minhas amizades mais afetuosas, as quais mantenho até hoje, apesar da distância e que carrego com muito carinho na minha memória. Tínhamos bastante coisa em comum e eles me consideravam bastante, portanto isso sempre me trouxe um sentimento de pertencimento muito forte e seguro. Eu sempre fui meio fechado e tenho certa dificuldades de fazer amigos, tê-los encontrado é uma das coisas que me deixa grato ao acaso até hoje.
Além disso, foi o período em que comecei a me aproximar do meu pai. Nós sempre tivemos uns desentendimentos (principalmente em relação a ele e minha mãe serem divorciados), mas no final desses anos comecei a vê-lo como amigo, o que mudou muito meu afeto por ele. Também me aproximei mais dos meus irmãos pequenos, na medida em que eles cresceram. Fico triste em passar o tempo de todo dia sem poder compartilhar um minuto com eles.
Outro ponto marcante desse período foi o meu primeiro (e último) namoro e amor. Era uma relação extremamente caótica e complicada, mas eu nunca havia sentido aquilo antes, aquela intensidade, a sensação de que tudo podia acabar e estaria tudo bem. Certamente, esse amor foi a coisa mais pura e danosa que já senti em toda a minha vida. Confuso e conflitante, bagunçou minha cabeça e reverbera até hoje. Mas bem, foi adorável.
Apesar dessas memórias, que são boas de certa forma, eu também sei que minha adolescência foi o período mais caótico e triste da minha vida. Eu vivia entalado de pensamentos niilistas, me sentia sem objetivos o tempo todo, odiava a escola, vivia tendo problema com meu pai e a minha namorada, minha mãe desenvolveu um quadro de depressão complicada e a morte do meu avô.
Foi certamente a fase mais complicada da minha vida, mas mesmo assim, eu a vejo como se fosse o auge. Fiz meus melhores amigos, meu maior amor, conheci minhas bandas preferidas até hoje, defini quem eu sou até hoje, meus gostos, meus comportamentos, minhas opiniões. É como se eu só me sentisse eu depois dessa fase, mesmo ela sendo tenebrosa. Esses 3 anos(2015-17) pareceram muito mais longos do que os últimos 3 (2018-20), é como se eu tivesse vivido mais.
E aí entra o presente.

(Um pouco antes do) Presente

Bem, logo após o ensino médio, a maioria dos meus amigos foram para outra cidade e os que ficaram tomaram rumos diferentes do meu. Eu fiquei fazendo o pré-vestibular, até que ocorre o término com a minha ex depois de muitas turbulências. Então decido morar com a minha mãe e fazer um cursinho em Vitória da Conquista -BA.
O ano do cursinho foi bem insosso, eu passei ele inteiro praticamente estudando para passar no vestibular. Além disso, eu também desenvolvi muitas reflexões que me ajudaram a ajeitar alguns conflitos internos que surgiram anos antes (obrigado existencialismo e Antídoto ). No final do ano, fui passar dois meses em Campinas -SP para fazer as provas de vestibular. Eu realmente sentia que passar numa faculdade de excelência fosse a forma de me redimir com meus pais por não ter dado valor aos estudos durante o ensino médio. Era como se fosse minha obrigação por ter vindo de uma família onde meus pais sempre me apoiaram de todas as formas possíveis.
Já em Campinas, eu passei 2 meses sozinho em uma cidade onde não conhecia ninguém. Acho que foi o tempo em que me senti mais triste. Fiquei meio que 2 meses inteiros sem fazer nenhum contato com ninguém que não fosse a atendente do mercado onde comia. Eu não tinha ânimo para estudar nem fazer nada inclusive coisas que eu sempre gostei como games e filmes.
Eu sempre fui meio deprê e pessimista, esse tempo intensificou bastante essas características. Olha, eu realmente sei que meus problemas não são os dos mais sérios, que tem muita gente que sofre mais do que eu e que eu sou só um garoto de classe média extremamente mimado que nunca teve nenhum problema real na vida. Eu realmente não tenho o direito de estar depressivo. Mas eu estava de qualquer forma, eu não conseguia fugir disso.
Depois das provas, voltei pra Bahia, foi muito bom estar de volta e umas das minhas férias mais felizes. Em meados de janeiro, fui aprovado pela Fuvest. De cabelo raspado e com todos os meus amigos e familiares, posso dizer que foi um ótimo momento (apesar de ter durado um pouco menos de um mês). Após isso, fui para Ribeirão Preto -SP, de onde fui para São Carlos depois, onde estou até agora

(Agora sim o) Presente

A princípio tudo parecia ótimo, iria morar só e fazer o curso que eu queria. Bem, se passaram quase dois anos e eu me sinto um fracasso. Sou um fracasso na faculdade, não consigo estabelecer relações sociais com quase ninguém e também não consigo ser participativo em nenhum projeto ou atividade. Eu sou inseguro demais, sinto meu corpo tosco demais e minha mente estúpida demais.
Sinto como se todos os meus colegas estivessem um passo na minha frente dentro do curso, todos tem experiências prévias e sempre parecem super interessados nos estudos. Eu gosto das matérias no geral, mas não tenho esse anseio por conhecimento nem acho uma derivada algo maravilhoso. Sempre fui mais interessado em músicas, filmes e filosofia (também tecnologia, mas não no nível da galera do curso). Coisas como essa me trazem uma dificuldade enorme de me aproximar dos meus colegas de sala.
Eu também nunca fui de beber e ir em festas no estilo festas de república. Isso me faz me sentir meio descolado. Tentei ir em algumas aqui com uns colegas mais próximos, mas eu não consigo me sentir pertencente a essas atividades. Eu nunca cheguei em uma garota em toda a minha vida (não que eu seja virgem ou frustrado com mulheres por causa disso), mas com todas as garotas com quem eu fiquei havia um envolvimento emocional que me fazia sentir atraído e confortável. Isso não existe nos flertes das festas. Fiquei apenas com uma garota até agora e eu nunca conversei normalmente com ela. Eu me sinto tão estranho e tão reprimido por causa disso. Eu realmente queria poder me curtir esse ambiente sem me sentir estranho.
As amizades que eu fiz até agora eu separo em dois tipo: Os festeiros. São aqueles que adoram ir em festas, se embebedar, dançar e ficar com pessoas. Coisas que eu não gosto de fazer mas tento para me sentir enturmado. E os nerds incel. Beleza mano, eles tem um lado legal e tals, mas eu detesto esses caras que acham que uma mulher é vagabunda por que ela fica com mais de um numa festa. Isso me deixa extremamente revoltoso, mas eles são as únicas pessoas que consegui me conectar aqui. No total, são umas 8 pessoas.
Geralmente passo o tempo só em casa, o único lugar que gosto nessa cidade. Vejo filmes, tento compor umas músicas, estudo. Mas sinto muita falta de ter amigos próximos como foram os do ensino medio, de estar próximo dos meus irmãos e dos meus pais diariamente, de estar seguro em um amor com alguém, de conhecer a cidade onde moro, de não me sentir tão só.
Eu só queria ter amigos aqui, no fundo no fundo. Um texto enorme não teve utilidade alguma, mesmo que eu me sinta mal, eu nem deveria me sentir. Eu só queria ter um certo prazer de estar vivo. Sinto como de estivesse gastando meu tempo aqui de forma descontrolada. Obrigado a quem leu até aqui.
submitted by Idalen to desabafos [link] [comments]


2019.12.28 14:35 Panzh3r pós término

Então, nessa última semana eu entrei em um conflito interno que tá me incomodando bastante. Esse mês terminei meu namoro de anos que tive com meu melhor amigo, foi péssimo e sofri bastante nas primeira semanas, ao ponto de mal comer de tanto nervosismo de me ver fora daquela rotina de sempre.
Por muito tempo fomos melhores amigos e após muita insistência dele aceitei namorar, no início era maravilhoso um ajudou muito o outro, mas depois de um tempo notei que eu me dedicava muito e ele nada, ele teve depressão e alguns outros problemas que não conseguia enfrentar. O namoro ficou péssimo, deixei passar muita coisa que era importante pra mim e permaneci junto, pois achei que seria muita sacanagem largar alguém que andava sofrendo de depressão e sem perspectiva nenhuma na vida, fora que ao meu ver tudo iria melhorar quando ele ficasse bem e eu tinha medo de largar tudo e ele se ver sem chão e acabar se matando. No fim acabei sendo a bengala emocional dele sem perceber, as coisas foram melhorando pra ele e por mil motivos foram piorando pra mim, me vi recém formada e sem conseguir emprego na minha área e até áreas que não exigem estudo (eu me dediquei muito aos estudos e não tenho experiência nenhuma). Esse ano me tornei uma pessoa triste e reclusa, coisa que nunca fui, eu era feliz, tava sempre rindo e fazendo palhaçada. Acredito que ele não aguentou a pressão e esse mês, após uma briga idiota, veio me falando que achava que não estava mais dando certo, pois eu era briguenta, eu explodi e joguei na cara dele que quando ele tava mal e eu tava no lado dele tava tudo ok, agora que eu tava mal ele queria pular fora. Terminamos na raiva, sofri, dias depois voltei atrás perguntando se era isso mesmo o problema e ele me listou coisas ridículas e fáceis de resolver, pensei muito e perguntei se ele não queria tentar novamente já que eram coisas simples, mas ele disse que tinha cansado da relação e não queria tentar. Ou seja, eu tava certa quando achei que tinha sido usada como bengala emocional e na minha vez ele não ia aguentar a pressão. Ele disse que queria manter aquela amizade de anos atrás, e eu sinceramente ia amar manter aquela amizade, no fundo eu me arrependo muito de ter começado a namorar, pois como amigos éramos muito melhores e eu não consigo ver onde exatamente começou a dar errado pra nós. Apesar de querer isso eu precisava viver o luto do fim do namoro e disse pra ele que precisava fechar esse ciclo pra conseguir seguir em frente, então eu iria bloquear ele do nosso principal meio de comunicação (whats), ele disse que aquilo era desnecessário e eu falei que eu tinha que cuidar de mim e fazer oq era melhor pra mim, e no momento isso significava bloquear ao menos do whats, pois eu sabia que não teríamos conversas frequentes e me doía olhar o celular e não ter mensagens dele. Eu realmente tava me sentindo mal ali. Isso foi no domingo, na segunda acordei plena, feliz e quando lembrava dele parecia que já faziam anos e ele tava lá no fundo do meu passado. O pior é que eu tô mais leve do que em muito tempo, me sentindo esperançosa que meus problemas vão se resolver e que tudo vai ficar bem.
Agora eu tô aqui achando que meu namoro era pura dependência emocional e acho que eu já não amava ele a muito tempo. Eu tô me sentindo mal por tá tão bem. Será que era comodismo? Preguiça de sair da relação? O pior é que ontem uma amiga me avisou que ele começou a seguir uma ex namorada que segue ele a dois anos (que ele volta a pegar todas as vezes que acaba um namoro), fui olhar e tava mesmo, ou seja, mal terminou e já tá engatilhando de comer a outra, sendo que se fez de vítima e injustiçado sofrido no domingo. O sentimento que me veio agora foi um misto de nojo e felicidade por eu tá certa que os motivos que ele me deu eram mentira e na vez que eu vi no histórico dele fotos dessa ex e ele disse que eu era doida, eu não tava doida não gente. Como que eu posso tá sentindo isso? Eu não deveria me sentir péssima e com raiva? Eu tô aqui rindo mas é de nervoso.
Pra não falar que tô totalmente bem, eu fiquei triste por ter perdido anos da minha juventude com alguém que me usou assim e que eu realmente achava que ia construir família. Mas é tristeza por tempo perdido e não por ele não estar mais aqui cmg. E medo de não confiar mais em alguém pra tentar ter uma vida juntos ou mesmo de não encontrar alguém compatível. No mais eu tô ótima.
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2019.08.25 20:30 criptonio Sentimento de fracasso ao final da graduação

Caí na universidade meio que de paraquedas. Escolhi meu curso literalmente eliminando as matérias que eu não gostava no ensino médio.
Fiz o ENEM e surpreendentemente passei para Bacharelado em Química numa boa universidade (UFSCar).
Tive muitos problemas no começo do curso, relacionados principalmente a ter que me virar sozinho em uma cidade 3 vezes maior que a minha. Saudades da família, cozinhar, ter as próprias pernas como único meio de transporte, término de namoro, dificuldade em fazer amigos e a solidão foram os principais deles. Além do cálculo, da geometria analítica e da física, claro. Por ter vindo direto de escola pública acabei sofrendo um bocado até conseguir suprir todas as minhas deficiências do ensino básico ao mesmo tempo que tinha que aprender os temas do ensino superior.
Quatro anos se passaram e cá estou pagando as últimas disciplinas do curso. As coisas até que saíram bem, gostei muito do curso; aprendi bastante; reprovei uma vez só (bendita geometria analítica); fiz bons amigos. Cenário ideal para que eu estivesse feliz, certo? Errado.
Olho para o lado e vejo amigos que fizeram 3 anos de iniciação científica, publicaram artigos, fizeram intercâmbio, participaram de atlética, congressos, centro acadêmico, monitoria, PET, projetos sociais etc. E eu "só fiz a faculdade". Até cheguei a fazer um ano de iniciação científica, mas não cheguei a ter um projeto próprio. Participei da orquestra da universidade por um semestre também, mas tive que sair por conflitos de horário.
Agora, buscando estágio em empresas, vejo uma imensa valorização de todas essas atividades extracurriculares que eu não fiz por estar focado nas disciplinas, que desde sempre foram meu objetivo principal.
Com isso vem esse sentimento de fracasso, mesmo depois de ter ralado imensamente pra concluir o curso. Ver que talvez eu nem consiga um emprego na área porque o concorrente foi pra Europa e sabe falar 3 línguas, além de ter publicado 2 artigos durante a graduação.
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2019.08.07 15:50 lanaSouza “Bullying “nas relações conjugais - palavras que machucam!

Artigo publicado há 5 ANOS no JusBrasil , pela própria autora deste Blog, mas com antigo perfil do Jus (sucesso por lá, editado aqui pelas alterações da Maria da Penha em 2019)
Há alguns anos, poucos após a entrada em vigor da Lei Maria da Penha(11.340/2006), uma senhora me procurou, em meu antigo escritório em Cuiabá, para contar o que se passava consigo, na verdade, com o seu relacionamento conjugal.Dizia ela estar casada havia 3 anos e meio e há muito já não sabia o que era ouvir uma palavra carinhosa do marido, ao contrário disso, só ouvia frases depreciativas à respeito de sua aparência, suas vestes, sua inteligência, sua formação profissional, etc.
*Este texto está disponível também AQUI
Aliás, ela não sabia dizer se algum dia teria ouvido um elogio do marido sobre algo relacionado a ela, mesmo antes de casarem.
A senhora em questão havia me procurado para saber se tinha algo que ela pudesse fazer acerca do assunto, uma vez que também considerava aquilo como um tipo de violência doméstica. Ela estava certa. A violência porquê passava no dia a dia, dentro do lar, é considerada pela Lei 11.340/2006 como sendo Violência Psicológica, e vem prescrita nos artigos 5º “caput” e 7º, inciso II da referida Lei.
Art. 5o Para os efeitos desta Lei, configura violência doméstica e familiar contra a mulher qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial: (Vide Lei complementar nº 150 de 2015);
Art. 7o São formas de violência doméstica e familiar contra a mulher, entre outras:
(…)
II - a violência psicológica, entendida como qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da auto-estima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, ridicularização, exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação.
Hoje (2019), entretanto, a antiga Lei já conta com as mudanças acrescentadas pela Lei 13.827/2019, com as seguintes alterações:
Art. 2º O Capítulo III do Título III da Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006 (Lei Maria da Penha), passa a vigorar acrescido do seguinte art. 12-C:
“Art. 12-C. Verificada a existência de risco atual ou iminente à vida ou à integridade física da mulher em situação de violência doméstica e familiar, ou de seus dependentes, o agressor será imediatamente afastado do lar, domicílio ou local de convivência com a ofendida:I - pela autoridade judicial;II - pelo delegado de polícia, quando o Município não for sede de comarca; ouIII - pelo policial, quando o Município não for sede de comarca e não houver delegado disponível no momento da denúncia.
§ 1º Nas hipóteses dos incisos II e III do caput deste artigo, o juiz será comunicado no prazo máximo de 24 (vinte e quatro) horas e decidirá, em igual prazo, sobre a manutenção ou a revogação da medida aplicada, devendo dar ciência ao Ministério Público concomitantemente.
§ 2º Nos casos de risco à integridade física da ofendida ou à efetividade da medida protetiva de urgência, não será concedida liberdade provisória ao preso.”
Art. 3º A Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006 (Lei Maria da Penha), passa a vigorar acrescida do seguinte art. 38-A:
“Art. 38-A. O juiz competente providenciará o registro da medida protetiva de urgência.
Parágrafo único. As medidas protetivas de urgência serão registradas em banco de dados mantido e regulamentado pelo Conselho Nacional de Justiça, garantido o acesso do Ministério Público, da Defensoria Pública e dos órgãos de segurança pública e de assistência social, com vistas à fiscalização e à efetividade das medidas protetivas.”
Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 13 de maio de 2019; 198o da Independência e 131o da República. JAIR MESSIAS BOLSONARODamares Regina Alves
A violência em questão é quase tão grave quanto a física, podendo ser inclusive pior, vai depender do “estado emocional” de cada mulher e da constância da agressão!A pessoa da história acima passou a sofrer depressão com o decorrer do tempo. Frequentava o psiquiatra e tomava remédios controlados; não conseguia mais trabalhar e fazer as atividades da casa como antes pois vivia mais acamada do que disposta.
Engordou, deixou de fazer coisas que antes gostava, coisas normais e consideradas necessárias para uma mulher como: pintar as unhas, depilar-se, fazer exercícios, ir ao cinema, falar e encontrar com amigas e parentes; isolou-se em seu mundo – passou a ser tão“agressiva” com os demais que acredita ter se igualado ao agressor (marido); a vida dentro de casa transformou-se em “elogios” mútuos.
De pessoa “doce”, carinhosa, gentil e amável, em especial com os romances que já havia tido anteriormente, passou a ser amarga e tratar esse companheiro da mesma forma que ele a tratava pois, segundo ela, “é dando que se recebe”; “quem oferece flores receberá flores, mas quem só dá espinhos é isso que conseguirá” (palavras dela). No entanto, quanto mais agressiva (com palavras) se tornava, mas culpada e infeliz, vivia!O que fiz por essa senhora?
A Lei ainda era considerada “experimental”, estava em vigor há pouco mais de um ano, todavia era novidade, inclusive em se tratando de violência psicológica – no que tive de estudar o assunto para dar uma melhor resposta. Acredito que ela somente aguardou a resposta porque eu era indicação de uma amiga sua.
Diz ela que contar o caso que se passava em sua vida já era difícil e vergonhoso por demais para me contar, sair relatando a dois ou três Advogados era impossível.Assim fui “estudar” a lei mais a fundo para saber se o caso dela haveria solução.Percebi que, pelo fato de NÃO estar disposta à separação, nem tinha vontade de vê-lo preso, pois era ele quem mantinha a casa com o “bom salário” que recebia; (estava desempregada) e, na época sem condições psicológicas para tal; não haveria muito o que fazer a não ser indicar acompanhamento psicológico para ele também – até porque, como já dito, a lei era muito nova e não havia precedentes ou algo que se pudesse valer como “exemplo” para resolver a situação.Acredito que minha explicação não lhe tenha caído muito bem, pois ela insistia que àquilo era crime, já que havia lido a lei antes de ir me consultar. Um tipo difícil de cliente, pois acha que sabe tudo; não aceita conclusões e explicações que não seja do agrado. Mas qual seria a resposta que ela gostaria de ouvir se não queria se separar do marido nem vê-lo preso?- Já não sei, nunca entendi!Só sei que se a vida dela não estava fácil, a minha também não ficou nada agradável depois dessa consulta. Essa senhora estava muito impaciente, amarga e intolerante. Chorava com facilidade e perdia a paciência por qualquer coisa.
Realmente estava doente devido ao relacionamento perturbado que tinha com o marido, segundo ela, já tinha até pensamentos suicidas. Confesso que fiquei atormentada por não “conseguir” fazer nada.O esposo dessa cliente transformou a vida dela num inferno ao se aproveitar de sua fragilidade e dependência econômica!Chamá-la de preguiçosa, burra, gorda e inútil era comum, isso fez com que a auto estima dela se perdesse por completo. Era por isso que não desejava a separação, acreditava que não encontraria mais ninguém e muito menos um emprego para seguir vivendo – ele fazia questão de dizer, também, que ninguém a iria querer.
A atitude dele parecia a de um sádico; só se sentia feliz quando a fazia chorar – muitas vezes chegou a pensar que ele poderia ser um psicopata, já que não sentia nada por ela, nem por ninguém; totalmente desalmado e descompassivo – o pior de tudo é que ele deixava claro que gostava de ser assim!O relato que acabo de transcrever é bastante comum. Acredito que hoje a facilidade em lidar com tais situações é bem maior que há 13 (doze) anos, quando essa senhora me procurou.
Hoje existem delegacias especializadas em defesa da mulher em qualquer cidade, há ajuda psicológica oferecida pelo próprio Estado e apoio incondicional à mulher vítima de qualquer violência que venha descrita no artigo 7º da Lei Maria da Penha, e as alterações inseridas pela nova Lei (a de 2019 - citada acima).Um dos motivos que me fez recordar dessa infeliz Senhora foi a leitura de um artigo publicado na revista Marie Clarie de outubro de 2014, que entrevistou a Psicóloga Adelma Pimentel sobre o lançamento do livro em que é autora, denominado“Violência Psicológica nas relações conjugais” (da Summus Editorial).A obra fala do efeito devastador que uma violência desse gênero poderá acarretar nas relações conjugais.Preferi, no entanto, nomear este artigo como “Bullying” nas relações conjugais, pois a violência psicológica é partida, quase sempre, de um membro que se acha superior direcionada a outro que se encontra, segundo quem pratica, em relação de inferioridade.

Veja o que diz o artigo da Marie Claire:

Protegida pelo silêncio, incorporada aos costumes, herança da cultura patriarcal, ela se instala nos lares desde muito cedo, levando os casais a estabelecer relações pobres e, muitas vezes, doentias.
Estudiosa do assunto e militante da causa da prevenção e da erradicação da violência, Adelma apresenta um retrato dos embates psicológicos que acometem parceiros das mais diversas origens e classes sociais. No livro, ela faz uma análise profunda sobre o tema, propõe a nutrição psicológica de cada membro do casal para que diminuam os conflitos e oferece elementos indicativos para romper o ciclo de violência e restabelecer os vínculos afetivos do casal.Apesar da grande incidência nas relações conjugais, a agressão geralmente não é reconhecida pelos cônjuges, sobretudo pela mulher. Entre suas manifestações estão o deboche, a humilhação e o isolamento.
Na avaliação da psicóloga, famílias são organizações complexas, dialéticas e ambíguas. Campo de diversos choques, ódios e de trânsito voraz de rápidas, variadas e múltiplas emoções que podem coexistir no mesmo dia, conforme os atores e seus atos. “Dentro delas, os embates atravessados pela violência psicológica podem contribuir para forjar casamentos precipitados, uniões estáveis e até mesmo namoros que perpetuam o círculo vicioso de aprisionamento dos sujeitos”, complementa.
Num mundo totalmente reconfigurado, em que os papéis de gênero sofrem mudanças a cada dia, o livro é um referencial para discutir antigos modelos familiares e novos caminhos de expressão, baseados no autoconceito, na autoestima e na autoimagem nutridos psicologicamente desde a infância. “O objetivo é cooperar com os esforços coletivos para atualizar e renovar nossa humanidade, tão fragilizada pela supressão de valores éticos”, afirma a autora. Para ela, o diálogo é o nutriente imprescindível de uma relação afetiva amorosa. Ele é mediador do fortalecimento dos vínculos e do não enraizamento das violências privadas, sobretudo a psicológica.
Fonte: gruposummus. Com por Marie Claire
Autoria /Comentários: Elane F. De Souza OAB-CE 27.340-B
Foto/Créditos: pixabay grátis *Às vezes, como no caso apresentado, a única solução viável é o Divórcio; aproveito para indicar um sistema online, EFICAZ e mais barato do Brasil para se divorciar (funciona para ambos os sexos e quaisquer outra forma de relacionamento conjugal homossexual).
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2019.08.01 01:39 Joovtoo Relacionamento

Namoro a mais ou menos 2 meses, com minha melhor amiga e companheira, criamos um sentimento bastante verdadeiro e sinto que posso contar com ela pra tudo mesmo, tudo, mas infelizmente tenho insegurança quanto a minha pessoa, e sinto ciúmes muito mais constantemente, coisa que não tinha quando começamos o relacionamento, mas não sei como me expressar quanto a isso sem assustar ela, pq sempre fomos bastante tranquilos em relação a isso. Parei de falar com diversas amigas minhas pra evitar conflito (até pq a maioria eu já tinha ficado) e EVITO AO MÁXIMO causar ciúmes desnecessário, só que sinto que ela não faz o mesmo. Marcou de sair com um amigo nosso no cinema (POR INCRÍVEL QUE PAREÇA, NÃO É PAPO DE CORNO, EU SEI QUE NÃO ROLA NADA ENTRE ELES MESMO SE ELE SE ESFORÇAR MUITO) mas ainda sim rola um sentimento de desconfiança, como poderia me expressar de um jeito tranquilo sem parecer alguém doido? Pq não consigo achar normal duas pessoas de sexos diferentes saírem desse jeito sozinhas, ainda mais pra assistir um filme, e evito ao máximo fazer isso. PS: Ela me ama, tenho total certeza disso.
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2019.06.19 01:28 zedoidous Putin é o psicanalista da guerra.

https://www.facebook.com/100029259008065/posts/200112817640684/?sfnsn=mo
O que fez o grupo Globo admitir em editorial do jornal O GLOBO, que há um complô para destruir a Lava Jato e ainda apontou para a esquerda corrupta e para membros de direita que não aceitam perder as regalias? Eu gostaria de poder escrever de forma bem clara, mas vou bancar a bem educada porque meus textos vão muito longe, então vocês ressignifiquem a frase que escreverei entre aspas: "A Globo sentiu o membro rígido do Putin dando aquela cutucada marota nos países baixos." Se é ruim com o "opressor" Bolsonaro que aceita sem reagir a todas as bobagens que a imprensa e artistas daquela casa já falaram sobre ele, imaginem com a interferência direta da mão de ferro mais poderosa que temos no governo mundial? Os simpáticos socialistas brasileiros brincam com o perigo sem ter muita ideia do que significaria termos hoje a esquerda no poder. Vou dar uns exemplos para me fazer entender. Por que não se alcança a paz no Oriente Médio? Porque eles usam a cultura e a educação das escolas e de casa, para contarem as velhas histórias de quanto o povo vizinho merece ser odiado e mesmo perdendo filhos para a guerra, os pais continuam ensinando que a paz não deve chegar porque o inimigo não merece perdão. Mas não pensem que é só uma questão de cegueira ideológica, fanatismo religioso e disputa de território que os fazem agir desta forma repetitiva e perigosa, sempre que a tensão aumenta por lá, adivinha com quem os reis foram se aconselhar? Ninguém entra em guerra sem antes conversar com Vladimir Putin, ele é o psicólogo que oferece "bons conselhos", colocando Ocidente contra o Oriente e Judeus contra os árabes, para que naquele universo de caos a Rússia tenha mercado para vender armas e dê comida e remédios em troca dos barris de petróleo. É tanto poder que ele conseguiu fazer um acordo com a Arábia Saudita para que eles reduzissem a produção de petróleo e a Rússia não perdesse espaço na exportação! Que Rei bonzinho né? Em matéria do Jornal Gazeta do Povo Malik Dahlan, professor saudita de direito internacional e de política pública na Universidade Queen Mary de Londres, explica: "Putin está trabalhando como o psicanalista da região. Os russos estão felizes em ouvir todos os lados, e qualquer um que queira falar, eles ficam felizes em ouvir". Ainda na matéria: "O emir do Qatar inesperadamente voou para Moscou para se encontrar com Putin na véspera de sua visita a Washington. O príncipe herdeiro de Abu Dhabi, um aliado próximo dos EUA, recusou um convite para Washington, mas viajou a Moscou em junho, sua sétima viagem em cinco anos, e assinou um acordo de "parceria estratégica" com Putin. O presidente do Egito, Abdul Fatah Khalil Al-Sisi, fez sua quarta visita a Moscou - comparado a apenas uma à Washington - e também assinou um acordo de parceria estratégica com Putin, marcando uma mudança significativa de um aliado americano em direção à Rússia." E para aproximar os exemplos, adivinha para quem Nicolás Maduro, presidente da destruída Venezuela, passou o direito da exploração do petróleo venezuelano? E nos bancos de qual país os membros desse governo transferiram seus bilhões? Os autoritários amam e confiam no senhor das guerras, Putin, porque ele é quem comanda a produção de armas que mantém os conflitos acesos e conosco não será diferente, nós também temos muito petróleo... Aí vai a Debi & Loid brasileiras fazer visita na Rússia pra pedir conselhos e fazer "acordos de cooperação"! E tem coisa pior: Têm brasileiro aplaudindo a interferência russa na nossa política e a chegada dos espiões russos por aqui, mas são os mesmos que reclamam da parceria do Brasil com os EUA que permitiu anericanos entrarem com mais facilidade em território nacional! Controversos ou inocentes? Quem aplaude não entende uma vírgula de geopolítica, não entendem história mundial e muito menos têm noção da riqueza do próprio país, aí fica difícil explicar o quão perigoso é esse namoro de brasileiros desinformados e mal intencionados com o presidente russo. Vocês não existem para ele, você e eu somos apenas um barril de petróleo para aquele homem, a diferença é que eu sei disso...
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2019.04.20 11:24 AlulimOfEridu Homem amando (Tradução: Men in Love - therationalmale.com)

Tradução de https://therationalmale.com/2012/09/10/men-in-love/
Dalrock postou algo interessante semana passada - "Ela é a Vítima" - e como é natural da conversa do Dal o post serviu como o tronco para vários ramos de discussões interessantes. Starviolet, um comentador regular (alguns diriam troll) postou o que parecia ser uma questão inócua:
Os homens são realmente incapazes de perceber se uma mulher não o ama?
Como seria esperado, as respostas masculinas para esse comentário e para os que vieram em seguida variaram de leve irritação sobre a inocência dela até descrença na sinceridade dela a respeito dela "querer saber". Contudo, seu espanto original sobre se os homens sabem de fato quando uma mulher não os ama, eu acho, carrega mais peso que a maioria dos caras (mesmo os caras na manosfera) percebe. Então eu pensei em recontar meus comentários e a discussão ali.
Os homens são realmente incapazes de perceber se uma mulher não o ama?
Sim, eles são incapazes.
Por quê? Porque os homens querem acreditar que eles podem ser felizes, e sexualmente satisfeitos, e apreciados, e amados, e respeitados por uma mulher pelo que ele é. São os homens os românticos de verdade, não as mulheres, mas é parte do grande projeto da hipergamia que homens acreditem que as mulheres são as românticas.
Hipergamia, pela sua natureza, define o amor para as mulheres em termos de oportunidade, deixando os homens como os únicos juízes objetivos do que seria amor para eles. Então sim, homens não conseguem perceber quando uma mulher não os ama, porque eles querem acreditar que as mulheres podem amá-los das formas que eles pensam que elas são capazes.

Regra de Ferro do Tomassi #6

Mulheres são incapazes de amar os homens da maneira que os homens idealizam ser possível, de uma maneira que ele acha que ela deve ser capaz de amar. Da mesma forma que mulheres não apreciam os sacrifícios que espera-se que os homens façam para facilitar os imperativos delas, elas não conseguem concretamente amar como um homem gostaria de ser amado por elas. Esse não é o estado natural das mulheres, e no momento em que ele tentar explicar seu amor idealizado, esse é o ponto em que a sua idealização se torna a obrigação dela. Nossas namoradas, esposas, filhas e mesmo mães são todas incapazes desse amor idealizado. Por mais que seria legal relaxar, confiar e ser vulnerável, sincero, racional e aberto, o grande abismo é ainda a falta de habilidade por parte das mulheres em amar os homens da forma como eles gostariam de ser amados.
HeiligKo responde:
Certo, eu continuo com a esperança de que sua regra #6 esteja errada, mas ela não tem se mostrado dessa forma. Então seria a grande mentira que os homens não sentem falta que as mulheres lhes possam prover isso, mas que nós não investimos essa energia em companheiros homens? Que nós não encontramos homens com quem possamos ser vulneráveis, de forma que nos preparemos emocionalmente para os julgamentos que as mulheres criarão em nossas casas. Seria isso o porquê de tantas mulheres tenderem a isolar seus maridos ou namorados de seus amigos homens cedo no casamento ou namoro?
Assumindo que Starviolet estivesse genuinamente confusa (e eu estou meio tendendo a achar que ela está) essa é exatamente a fonte da confusão da Starviolet. O solipsismo feminino faz com que elas não percebam sequer que os homens teriam conceitos diferentes de amor do que a forma como uma mulher percebe o amor. Por isso a questão dela "Os homens são realmente incapazes de perceber se uma mulher não o ama?".
Eu não acho que seja necessariamente uma "grande mentira", é apenas uma falta de mutualidade no conceito de amor de cada gênero. Se é uma "mentira", é uma que os homens preferem contar a si mesmos.

Preenchendo a Lacuna

Mais tarde na discussão, Jacquie (que é uma das duas escritoras mulheres linkadas no meu blog) trouxe outro aspecto interessante de como resolver a falta de mutualidade no conceito de amor entre os gêneros:
Se vai além da capacidade de uma mulher, então mesmo que ela reconheça a incapacidade em si mesma, não haveria forma de compensar? E se uma mulher realmente quiser ir além disso? Ela deve apenas considerar isso uma questão sem solução e não fazer nada? Ou seria algo que ela deveria lutar continuamente com a esperança de que ela pelo menos possa chegar perto desse amor idealizado? Isso já seria demais para que ela sequer compreenda?
Como eu disse para HeiligKo, é mais uma falta de mutualidade no conceito de amor de cada gênero. A questão da Starviolet sobre se um homem pode determinar quando uma mulher não o ama vai muito mais fundo do que ela imagina. Eu acho que muito do que os homens passam durante seus dias de beta pílula azul - a frustração, a raiva, a negação, a privação, a sensação de que ele comprou uma fantasia que jamais foi concretizada por nenhuma mulher - tudo isso se origina numa crença fundamental de que alguma mulher, qualquer mulher, por aí sabe exatamente como ele precisa ser amado e tudo que ele precisa fazer é achá-la e incorporar o que o disseram que seria o que ela esperaria dele quando ele a encontrar.
Então ele encontra uma mulher, que diz e mostra a ele que ela o ama, mas não da maneira que ele imaginava todo esse tempo em sua cabeça. O amor dela é baseado em qualificações e é muito mais condicional do que ele foi levado a acreditar, ou se convenceu, de que o amor deveria ser entre eles. O amor dela parece dúbio, ambíguo, e aparentemente, pode ser perdido fácil demais em comparação ao que ele foi ensinado por tanto tempo sobre como a mulher o amaria quando ele a encontrasse.
Então ele gasta suas energias monogâmicas para "construir o relacionamento" deles, tranformando-o em um onde ela o ama de acordo com seu conceito, mas isso nunca acontece. É uma eterna busca em manter o afeto dela e cumprir com o conceito dela de amor, enquanto faz esforços ocasionais para trazê-la para o conceito de amor dele. O constante apaziguamento a ela para manter os conflitos amorosos dela com a carência de como ele gostaria de ser amado é uma receita hipergâmica para o desastre, então quando ela deixa de amá-lo ele literalmente não sabe que ela já não o ama. Sua resposta lógica então é pegar as velhas condições do amor que ela tinha por ele quando eles começaram a ficar juntos, mas nada disso funciona agora porque elas são baseadas em obrigação, não desejo genuíno. Amor, como desejo, não pode ser negociado.
Demorou muito, e foi uma parte muito difícil em me desplugar quando eu finalmente me reconciliei com o fato de que o que eu pensava sobre amor e como ele é demonstrado não é universal entre os gêneros. Eu tive que tomar doses de dolorosos tapas na cara da realidade para sacar, mas eu acho que eu tenho um entendimento mais saudável agora. Foi uma das verdades mais contraditórias que eu tive que desaprender, mas ela mudou fundamentalmente minha perspectiva das relações que eu tenho com a minha esposa, filha, mãe e meu entendimento das minhas namoradas anteriores.
Se vai além da capacidade de uma mulher, então mesmo que ela reconheça a incapacidade em si mesma, não haveria forma de compensar? E se uma mulher realmente quiser ir além disso? Ela deve apenas considerar isso uma questão sem solução e não fazer nada?
Eu não acho que seja necessariamente impossível, mas a mulher teria que ser autoconsciente o bastante de que homens e mulheres têm conceitos diferentes sobre o amor ideal para começo de conversa, o que é improvável. O maior obstáculo não é tanto a mulher reconhecer isso, mas sim os próprios homens reconhecerem isso. Então, hipoteticamente sim, você poderia, mas então o problema se torna um de genuinidade desse desejo. Amor, como desejo, só é legítimo quando é não coagido e não obrigado. Homens acreditam no amor pelo amor, mulheres amam oportunisticamente. Não é que algum dos gêneros é adepto a amor incondicional, é que as condições do amor para cada gênero são diferentes.
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2017.09.12 21:15 cucusclan Sinto-me sozinho e a pessoa que eu tenho mais próxima de mim é a namorada de um amigo

Quando eu conheci ela eu não gostei muito dela porque tinha acabado de sair de um outro namoro de merda e estava desconfiado das mulheres, ela ficava bêbada e perguntava sobre os meus fetiches e o que eu gostava de fazer na cama e eu não tinha dado essas confianças mas com o tempo eu comecei a gostar de estar com ela.
Sempre que saíamos de noite ela tentava arranjar alguém para eu comer mas eu nunca quis saber muito, até que ela se virou para mim e disse que se não namorasse com o meu amigo que ela me comia: com essas palavras. A verdade é que eu acho ela muito bonita e fofa mas ela namora com o meu amigo então fingi que nem ouvi e até me afastei um pouco dela naquele dia e nos meses seguintes. Eu contei isso à minha parceira da época (nós tínhamos uma relação semi-aberta) e ela disse que qualquer dia nós íamos foder mas eu ignorei.
Acontece que eu agora não tenho ninguém, ela agora trabalha na minha firma e apesar de termos turnos diferentes, eu tenho conseguido estar todos os dias uns 10 minutos com ela e é o ponto mais alto do meu dia. Eu posso estar a ter um dia de merda mas depois de estar com ela fico sempre com um sorriso gigante.
No outro dia saímos para beber uns copos só nos os dois e ontem estive com ela até as 2 da manhã. Eu adoro estar com ela, sinto-me totalmente à vontade para falar sobre qualquer assunto sem estar preocupado do que estou a falar, ela também já me contou um monte de coisas que não contou a ninguém e também somos capazes de estar horas seguidas só um com o outro sem dizer uma única palavra nem com nenhum constrangimento. Para terem a noção dos nossos assuntos, ontem o ponto mais baixo da nossa conversa foi quando começamos a falar sobre dildos de merda.
Eu adoro estar com ela só como amigo, existe muita cumplicidade ali e às vezes eu acho que é uma pena ela namorar com ele, mas como eu sei que namora eu não consigo sequer bater uma punheta a imaginar coisas com ela. Eu tenho plena confiança em mim mesmo que nunca iria para a cama com ela enquanto eles namorassem e que não deixaria que ela avançasse para cima de mim, porque mesmo quando eu estou completamente bêbabdo eu sou capaz de a censurar quando ela tenta fazer qualquer coisa "errada", só que ele não tem a confiança que eu tenho em mim mesmo e eu não iria gostar de estar que um amigo saísse com a minha namorada dessa forma, até porque acho que ele já topou que existe faísca entre nós os dois.
Tento manter um equilíbrio, não chamar ela muitas vezes para não gerar conflito entre eles mas também gosto de sair com ela e não quero abdicar disso. Por mim eu estava com ela todos os dias.
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